SEIS MIL ASSINATURAS PEDEM AO STF A LIBERAÇÃO DA “PÍLULA DO CÂNCER”

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Seis mil assinaturas constam de um documento do Movimento Fosfo Já, de Brusque. O abaixo assinado foi encaminhado à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, conclamando “o imediato julgamento da liminar concedida no processo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5501, movido pela Associação Médica Brasileira (AMB), que barrou a Lei nº 13.269, de 13 de abril de 2016, sancionada pela presidente Dilma Roussef”.
O abaixo assinado clama pela “imediata liberação e produção em grande escala da substância fosfoetanolamina sintética”, conhecida como a “pílula do câncer”, dentro dos padrões da pesquisa desenvolvida há de 25 anos pelo médico Gilberto Orivaldo Chierice no Instituto de Química da Universidade Estadual de São Paulo (USP), podendo qualquer paciente com câncer ter acesso imediato a ela.
 As vítimas do câncer, seus familiares e amigos, possuem uma nova esperança na luta contra a doença: acaba de ser protocolado no STF – Supremo Tribunal Federal um abaixo – assinado pedindo que seja votada e liberada a popularmente conhecida como “pílula do câncer”.

O “Movimento Fosfo Já”, esteve representado em Brasília para oficializar a entrega das cerca de 6 mil assinaturas a favor do polêmico medicamento. O documento foi endereçado à Ministra do STF Cármen Lúcia Antunes Rocha.

O “Movimento Fosfo Já” tomou grande força em Santa Catarina, e ajudou a organizar diversas audiências públicas sobre o assunto, o que fez com que diversos setores da mídia e da saúde pública se alertassem para a pílula, uma vez que trata-se da Fosfoetanolamina Sintética, uma verdadeira chance de cura do câncer negada pelo Estado.

Nas audiências realizadas em várias regiões catarinenses, gestores públicos se sensibilizaram com as histórias de pacientes que conquistaram, por vias judiciais, o direito de utilizar o medicamento – pesquisado há mais de duas décadas. Todavia, barreiras burocráticas impedem o cidadão de ter acesso livre ao tratamento. Os Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul foram os primeiros a testá-los em humanos, com resultados muito positivos.

“Nossa luta é pela saúde e a favor da vida de muitas famílias. Quando um paciente sofre com câncer, a família inteira adoece junto. Como historiador, e na minha experiência como Gestor Público, reconheço que essa batalha que enfrentamos é digna, justa e igualitária. É por uma questão de respeito, e muito sensibilizado com essas tantas famílias catarinenses, que estou aqui em Brasília”, relata Cedenir Simon, historiador e um dos representantes do Movimento.. 

Ainda na esfera política, os mandatos da deputada Estadual Ana Paula Lima (PT), presidente da Comissão de Saúde da ALESC – Assembleia Legislativa de Santa Catarina, e do deputado Federal, por Santa Catarina, Décio Lima (PT), discutem muito a temática, ampliando-a para fora das esferas acadêmicas (onde ela era restritamente tratada antes).

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