PAULO ECCEL FALA SOBRE O JULGAMENTO DO TSE E SE DIZ CONFIANTE

“Não foram os panfletos institucionais que influenciaram o voto do eleitor, mas as obras que fizemos”

Na manhã desta quarta-feira (25), o prefeito de Brusque, Paulo Eccel convocou a imprensa local e regional para uma entrevista coletiva em seu gabinete para falar sobre o assunto do momento em Brusque, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que seguiu o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), pela cassação do diploma do prefeito e vice-prefeito de Brusque.
Paulo Eccel começou seu pronunciamento dizendo que a prática em relação ao investimento em publicação no ano de 2012 é igual a prática das demais prefeituras do Brasil e questionou por que então os demais prefeitos não foram cassados.
Eccel ainda lembrou que todas as administrações, independente da esfera, antecipam o orçamento para o primeiro semestre, uma vez que nos meses de julho, agosto e setembro de ano eleitoral já não é mais possível fazer divulgação institucional.
O que vale para a lei é o gasto anual e esta interpretação foi modificada pelo TRE e mantida no TSE, mas curiosamente um outro prefeito, também de SC, foi julgado pelo mesmo motivo e foi absolvido.
Paulo Eccel lembrou que toda interrupção tem uma perda e no caso de Brusque não será diferente, caso a equipe jurídica de defesa não consiga reverter a situação. “Neste momento são muitas obras, muito projetos, muitos sonhos que estão sendo realizados na cidade e Brusque poderá ficar sem a continuidade das obras, caso um novo gestor assuma e coloque em prática sua forma de administrar” pontuou o prefeito.
Perdemos uma batalha, mas não desistimos da guerra disse o prefeito. Eccel salientou que todas as contas da sua administração sempre foram aprovadas pelo órgão competente e não está sendo julgado por afanar recurso público ou por desvios, muito menos por corrupção. O afastamento se dá pela interpretação de uma regra, que segundo o prefeito, foi mal interpretada juridicamente.
Respondendo as perguntas feitas pela imprensa, Paulo Eccel questionou se informar a população que as unidades de saúde possuem médicos oito horas por dia é uma forma de autopromoção. Na mesma linha, Eccel também lembrou que informar a população sobre as obras do PAC é uma prestação de contas com a comunidade e não autopromoção.

Eccel disse que o eleitor não teve seu voto influenciado por conta dos panfletos feitos nos meses de fevereiro e abril de 2012, mas sim pelas obras que estavam visíveis pela cidade e na eficiência das mesmas que mudou a realidade das localidades onde foram implantadas.

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