MÁQUINA DO TEMPO

Com a atual gestão da Prefeitura de Brusque, ainda com um mês incompleto de governo, nossa cidade parece ter retornado a um passado obscuro, onde os fins justificavam os meios, por mais tenebrosos que estes meios fossem!

O “estabanado” início das obras da “beira rio”, embasado tardiamente em um decreto de utilidade pública, o qual visa apenas proteger o explícito desrespeito às normas legais vigentes em nosso país (sejam elas ambientais ou administrativas), evidenciam o retorno de uma era em que se vangloriava o “rouba, mas faz”.
As fotografias abaixo representam um explícito crime ambiental, que ocorreu na data de hoje, às margens do nosso principal afluente, o Rio Itajaí Mirim, com o corte da vegetação ciliar, que tem a importante tarefa de manter sólidas estas margens, evitando, assim, a erosão destas e suas graves consequências. Este crime se junta a outro “punhado” que em tão pouco tempo já foi cometido por esta nova gestão, tudo em nome de dar continuidade à construção do tal “canal extravasor”.
Muitos lembrarão que, ironicamente, foram as inúmeras ilegalidades cometidas no início das obras deste alardeado canal extravasor, que foram as causas do atual status de inelegibilidade do ex-prefeito, e agora também ex-chefe de gabinete, Ciro Marcial Roza.
Ao que tudo indica, atualmente não importa se a obra está sendo feita sem licença ambiental, não importa se pessoas terão sua propriedades invadidas, não importa se o meio ambiente será destruído, não importa as consequências físicas, legais e morais destes atos irresponsáveis, entramos em uma nova era, na do “FAZ ILEGALMENTE, MAS FAZ”.

Deixe sua opinião