LEITOR RECLAMA DA FALTA DE MANUTENÇÃO DE RUAS

“Sempre houve ondulações, buracos e alguns paralelepípedos soltos nessa rua, pela própria topografia da região esse tipo de calçamento deveria ter manutenção mais frequente, o que não ocorre, obviamente”, lamentou o Valmir Dubiella, morador de Tomaz Coelho. “Por isso, deveriam substituir as pedras por asfalto e fazer as galerias ou calhas para as águas pluviais”. Nos anos 2000, na gestão Ciro Roza, “foi aberta uma rua ligando a rua Padre Antônio Eising à rua Nova Trento, pelos fundos do Hospital Azambuja”, lembrou Dubiella, que não é morador da região mas trabalhou mais de 25 anos como motorista, utilizando essas vias.
“Os alagamentos durante as trovoadas começaram ou pioraram após essa obra, perto da residência da família Leoni”. Quando isso acontece, “a rua fica interditada por completo. Um vizinho que se dirigia ao hospital recentemente, numa dessas trovoadas de janeiro, levava seu pai para um atendimento emergencial e não conseguiu passar”.
Parte da rua Padre Antônio é asfaltada, no trecho entre o Mercado Colzani, no Paquetá, e o Bar Rainha. “Nas obras do PAC Drenagem, na gestão Eccel, nesse trecho foi totalmente refeito o asfalto, que está relativamente bom”, segundo avaliação de Dubiella. “Deveriam fazer no restante da rua, portanto, à exemplo da rua Azambuja, que também era péssima e melhorou muito”, sugeriu .


A situação ficou ainda pior depois que  “Um loteamento começou a ser feito no alto de um dos morros por onde passa a rua. Em novembro passado, na primeira grande trovoada desse verão, todos que passaram pela rua puderam testemunhar que algo de errado tinha ocorrido. Desde então, nas demais enxurradas, a cena se repete”. Por se tratar de uma via que liga vários bairros ao centro de Brusque, o leitor espera que seja prioridade o seu conserto. “Azambuja é um lugar turístico, tem o hospital, e parece que os cuidados com a urbanização acabaram logo depois do hospital”, concluiu.
Não são apenas as duas ruas mencionadas pelo leitor Valmir Dubiella que apresentam problemas. A rua Alberto Klabunde, continuação da Padre Antônio Eising (do Paquetá à Tomaz Coelho, passando pelo Cedrinho), tem ondulações no asfalto a espera de reparos, enquanto há uma usina de asfalto no Cedrinho, a 500 metros do local.

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