Criada a Frente Catarinense contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária

Sintrivest participou deste momento, realizado no dia de hoje, na sede da Fetiesc, em Itapema

Foi realizado na manhã desta quinta-feira, 2 de março, na sede da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Santa Catarina (Fetiesc), em Itapema, o seminário que criou a Frente Catarinense Contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vestuário de Brusque e Guabiruba (Sintrivest) participou do evento, como também outras entidades ligadas ao Fórum Sindical de Brusque, demais sindicatos, federações, centrais sindicais e movimentos sociais de Santa Catarina.

“Muitas entidades do Estado já estavam lutando em seus espaços contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária. Então o objetivo do evento foi de unificar essas lutas e somar forças no sentido de garantir a não aprovação destas propostas que estão sendo apresentadas à população brasileira”, explica a presidente do Sintrivest, Marli Leandro.

Segundo ela, todos os palestrantes foram enfáticos sobre o retrocesso que essa aprovação vai trazer à classe trabalhadora e a comunidade em geral. “Queremos cobrar dos nossos parlamentares catarinenses o voto contrário a esta aprovação. E queremos saber com clareza como cada um deles pretende votar o projeto. Por isso foi formada uma comissão regional que dará encaminhamento ao que ficou definido. Nós, do Sintrivest, assim como outros sindicatos ligados ao Fórum dos Trabalhadores, estamos juntos com o movimento e queremos somar forças com esta luta que não é apenas dos sindicatos, mas de toda a população brasileira. Todos vão perder, indistintamente e independente da profissão, do cargo que exerce e da categoria a qual pertence”, ressalta Marli.

A intenção agora é dialogar com estudantes, movimentos sociais, grupos religiosos, com a iniciativa pública e privada, com o setor empresarial e com as micro e pequenas empresas, porque todos serão afetados sem exceção..

“Aprovar as propostas significa menos dinheiro no bolso e no orçamento familiar. É por isso que precisamos nos mobilizar enquanto ainda há tempo. As pessoas precisam se apropriar das informações e reagir. Caso contrário vamos perder, e muito”, pontua.

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