CDL Brusque participa de reunião na Prefeitura de Guabiruba a respeito dos ambulantes

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Brusque participou na última sexta-feira, 4 de março, através de seu presidente Michel Gartner Belli, de uma reunião na Prefeitura de Guabiruba, com o intuito de discutir a questão dos vendedores ambulantes no município.

O convite para reunião partiu da presidente da CDL Guabiruba, Patricia Rothermel Ebel, que ciente da atuação da CDL Brusque junto à prefeitura do município na redação de um projeto de lei a respeito do assunto na cidade, resolveu propor o encontro com o prefeito Matias Kohler.

Também participaram da reunião o assessor jurídico da Prefeitura de Guabiruba, Marcos Aurelio Habitzreuter, o vice-presidente da CDL Guabiruba, Antonio Fischer e o diretor de SPC da CDL de Guabiruba, Giovani Ricardo Piaz.

“Estamos trabalhando já há alguns meses com a Procuradoria Geral do Município de Brusque na formatação de um projeto de lei que ampare e regulamente os ambulantes. E a cidade de Guabiruba também está passando por esse problema, tem vários ambulantes lá, e o objetivo é fazer algo que regulamente isso também”, ressalta Belli.

Hoje Guabiruba já possui uma Lei, de 2007, que trata do assunto. Porém, a matéria já está defasada diante de tantos comércios ambulantes que surgiram nos últimos 10 anos na região. “Um exemplo disso são os food trucks, que não víamos com tanta frequência. A Lei de 2007 não tem nada relacionado a isso. O objetivo de participar dessa reunião foi justamente levar o texto que já temos alinhado nesse projeto de lei, que é muito mais atual, até por essa questão da classificação dos ambulantes”, enfatiza o presidente da CDL.

De acordo com Belli, o encontro foi muito produtivo, e teve grande apoio do prefeito Matias Kohler, que se colocou à inteira disposição para resolver essa situação em parceria com as entidades.

Regulamentação e segurança

Belli reforça que o objetivo é regulamentar os vendedores ambulantes para segurança de todos, de quem vende e de quem compra. “É importante esclarecer para os ambulantes mais antigos aqui da cidade, como o pessoal do cachorrão, caldo de cana, entre outros, que o nosso objetivo é regulamentar essas atividades e não proibi-las. Queremos classificar essas atividades, pois há diferenças entre os ambulantes. E além disso, garantir que cumpram as exigências legais e as exigências da Vigilância Sanitária, para própria higiene pessoal e dos consumidores. O que estamos fazendo é regulamentar o trabalho deles, a profissão dos ambulantes. Não é proibir, de maneira alguma, até porque eles geram economia”, complementa.

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