Brusque sofre com a falta de planejamento, afirma pastor

Recentemente, ele perdeu seu pai, o pastor Joel Domingues Pereira, da igreja Ágape. Mudou de partido, deixando as fileiras do PSC para ingressar no Democratas, a convite do presidente Jones Bosio. Hoje, suas atenções estão voltadas para a continuidade do trabalho de seu pai na igreja e nas ações comunitárias, e na política local. Não descarta a possibilidade de concorrer a uma cadeira no poder legislativo estadual ou federal, nas eleições de 2018.

Enquanto este dia não chega, Joel Domingues Pereira Filho recebeu a reportagem do EM FOCO para falar desses e de outros temas.

 

Com a morte do pastor Joel Domingues Pereira, como está sendo conduzida a Igreja Evangélica Ágape?

Tínhamos uma estrutura de linha sucessória, e meu cunhado, o pastor Tiago Ezequiel Zunino, assumiu a presidência e fui convidado a ficar como vice-presidente da igreja. Nosso trabalho é dar continuidade à igreja Ágape, um trabalho que meu pai desenvolveu com muito carinho e muito amor, que geraram muitos frutos. É um desafio, manter o nível e na perspicácia e carinho com que ele mantinha. O desejo do nosso coração é dar continuidade ao legado que ele nos deixou.

 

Quem assumiu a presidência do Conselho de Pastores de Brusque?

O conselho de pastores foi assumido pelo pastor Marcos Fagundes, atual presidente da Igreja Calvário. Eu fui convidado para assumir a vice-presidência. O meu trabalho é dar continuidade ao que vinha sendo feito por meu pai, tanto na Ágape quanto no Copab.

 

Vocês trabalham com a reabilitação de dependentes químicos. Quantas pessoas são atendidas atualmente?

O Copab – Conselho de Pastores de Brusque – apoia igrejas e entidades que trabalham no apoio a pessoas que são dependentes químicas ou tem outros problemas, e estão marginalizadas. Hoje, na nossa cidade, as duas principais entidades Fazenda Canaã, do pastor Ademir Fischer, e o Temap, do pastor Quirino, que atende moradores de rua e acolhe em sua própria casa, prestam assistência a mais ou menos 60 pessoas. As igrejas apoiam este trabalho. E nossa função específica é apoiar, ajudar, tanto financeiramente quanto espiritualmente estas pessoas atendidas. Essas casas não recebem nenhum auxílio oficial.

O que você acha da atual administração?

O que falta hoje é planejamento. Dr. Jonas é pessoa que particularmente minha família conhece há mais de 30 anos. Não há uma coordenação dos trabalhos, a gente vê a administração perdida. A máquina pública está inchada e age sem critérios. O Ibplan não está sendo utilizado da forma que deveria. Aliás, ele deveria ser o órgão central de planejamento da cidade.

 

 

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