BRUSQUE E CORINTHIANS: DE IGUAL PARA IGUAL (II)

Entre os treinadores do passado, segundo uma das crônicas do ex-goleiro do Vasco da Gama, Valdir Appel, colaborador do EM FOCO, havia um que tinha uma máxima: “Jogo é jogado e o gol é cagado”. No caso de Brusque e Corinthians, que poucos chutes deram na direção das traves: não chutaram meia-dúzia de vezes na direção certa durante 90 e tantos minutos (incluindo os acréscimos), os possíveis gols foram defendidos pelos dois arqueiros. Vieram as cobranças das penalidades máximas, com os jogadores tentando botar sua torcida para fazer um carnaval.

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